Bolhas de sabão Leves, diáfanas,elas sobem no espaço Têm a cor irisada do arco-íris Parecem que seguem um compasso Dançando na tarde colorida Estendo minhas mãos pequenas Luto para alcançá-las Impossível. Elas se desmancham nas tardes amenas Existem e não existem Sinto-me triste Não compreendo, e digo à minha mãe com o dedo em riste: Um dia vou pegar uma que seja Minha mãe sorri e sabe com certeza Que nunca as pegarei Elas são como os sonhos coloridos Sonhos loucos que um dia sonhei Dissolveram-se nos anos da velhice Foram bons e lindos Mas eu nunca os vivenciei. Autora: Zoraide Moraes Marangon Foto: Carla Fernandes (eu)
Junho 8, 2009
Caminhos… Janeiro 18, 2009

“Existem caminhos para quem quer caminhar.
Existem caminhos para qualquer lugar.
Caminhos escuros, perigosos, trilhas estranhas,
e estradas largas cruzando planícies tamanhas
Que nunca se sonhou poder atravessar.
Existem caminhos verdejantes e belos
que nos levam de castelo em castelo,
de covil em covil, através dos bosques
cheios de fadas e feras, terras das hostes
das pessoas feitas de sonhos, imaginárias…
Existem caminhos sempre
Basta persistir e seguir.
Os Deuses da estrada abençoam
aquele que não se deixa cair.
Eu só quero encontrar o jardim
no qual eu possa me deitar e sonhar…”
Poema: Daniel Duende
Foto:Carla Fernandes (eu)
Convento de São Francisco (Santarém) Dezembro 18, 2008
Categoria/Tipologia:
Arquitectura Religiosa/Convento
Categoria de Protecção:
Monumento Nacional
Local:
Rua 31 de Janeiro
Santarém
Gosto de fotografia. Dezembro 14, 2008
Pois gosto.
De momentos instantâneos,
da rapidez das memórias que o olhar nos traz,
das coisas mais comuns vistas pela luz traiçoeira da nossa imaginação.
Bolhas de sabão
Leves, diáfanas,elas
sobem no espaço
Têm a cor irisada
do arco-íris
Parecem que seguem um
compasso
Dançando na tarde
colorida
Estendo minhas mãos
pequenas
Luto para alcançá-las
Impossível.
Elas se desmancham nas tardes
amenas
Existem e não existem
Sinto-me triste
Não compreendo,
e digo à minha mãe
com o dedo em riste:
Um dia vou pegar uma que seja
Minha mãe sorri e sabe
com certeza
Que nunca as pegarei
Elas são como os
sonhos coloridos
Sonhos loucos que um dia sonhei
Dissolveram-se
nos anos da velhice
Foram bons e lindos
Mas eu nunca os
vivenciei.
Autora: Zoraide Moraes Marangon
Foto: Carla Fernandes (eu)



















